Vou Apanhar-te!

Quando conheci a Lia, ela falava pelos cotovelos, já dançava melhor do que eu, mas só entrava na água se fosse às minhas cavalitas. Tinha três anos. Hoje, nada como um peixe. E, quando põe aqueles óculos cor-de-rosa e fica horas a fio dentro de água, parece um monstrinho subaquático muito ternurento. Fui eu quem a ensinou a nadar e hoje é ela quem me puxa para o mar, para juntos apanharmos ondas que nos devolvam à costa.

O meu filho costuma perguntar-me o que faria eu se me deparasse com um monstro que me tentasse atacar. Pois bem, costumo dizer-lhe que os monstros não existem. Mas de cada vez que este da foto me tenta deitar as mãos em cima, há apenas uma medida a tomar: enchê-lo de beijos!

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