Se partirmos deste lugar, a pé e em linha recta, chegamos à praia em cerca de 10 minutos. Mas neste bairro que fica paredes-meias com as praias da Costa da Caparica, com hotéis e restaurantes de gabarito reconhecido, não há sequer saneamento básico. Umas quantas puxadas ilegais de electricidade, garantem que as antenas das operadoras de telecomunicações pululem nos tectos das barracas aqui construídas, também de forma ilegal. Às portas da praia. Às portas de Lisboa.

 

O que me levou àquele bairro, foi um homicídio, mas olhando para o cenário pelo qual fui engolido, o crime passou praticamente para segundo plano.

Written by Luís Maia

Luís Maia nasceu a 15 de Outubro de 1976, na Póvoa de Varzim. Licenciou-se em Comunicação Social no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. Em 1999 trocou um emprego em part-time, num call center, por um estágio remunerado somente com senhas de refeição, na redação da TVI. Iniciou aí uma carreira de repórter que o levou a produtoras como a Duvideo, Teresa Guilherme Produções e Comunicassom, para além do jornal 24 Horas e de estações como a TVI e a SIC. Entre 2008 e 2009 viveu em Angola, onde coordenou o entretenimento do primeiro canal privado daquele país, a TV Zimbo. Actualmente trabalha para a FremantleMedia, fazendo reportagens em directo no segmento de actualidade criminal, do programa Queridas Manhãs da SIC. É baterista reformado, ex-futuro jogador de poker. Mas é, sobretudo, marido, pai e, segundo consta, bom chefe de família.

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