Separados pela Fronteira

Sempre achei (e continuo a achar) que Donald Trump é apenas um palerma que, quase por acaso e por falta de concorrência à altura, ascendeu ao cargo de presidente da república da maior superpotência mundial. É um acaso tramado. E quiçá perigoso. Mas comparo-o àquelas gripes chatas, que nos apanham a cabeça, os brônquios e até o ânimo. Podem deixar-nos com 40º de febre e com um ataque de pieguice que nos faz sentir como se estivéssemos à beira da morte. Mas depois de umas boas doses de antibiótico, lá desaparece o famigerado vírus sem deixar o mínimo rasto da sua insignificante existência.

Antes da eleição de Donald Trump, temi que a sua hipotética vitória poderia abrir caminho a uma terceira guerra mundial. Ou ao caos total. Hoje, acho que ele vai desaparecer como a gripe. É uma questão de tempo. Provavelmente, de pouco tempo.

Sim, é grave ele ter rasgado acordos ambientais, assinados por dirigentes de todo o mundo. Mas acredito que tudo voltará ao seu devido lugar assim que ele saia da Casa Branca. O que não consigo digerir é a atrocidade que esta administração tem cometido junto à fronteira com o México. Separar crianças dos seus pais, mesmo que os pais sejam imigrantes ilegais, é uma atrocidade. Em qualquer parte do mundo. E desta atrocidade, o presidente com nome de pato é o principal culpado.

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